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dc.contributor.advisorCAMPOS, M. M.
dc.creatorCHALHUB JUNIOR, J. A.
dc.date.accessioned2018-08-02T00:17:24Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-02T00:17:24Z-
dc.date.issued2009-11-06
dc.identifier.citationCHALHUB JUNIOR, J. A., O imaginário da cidade no pacto socioambiental de um plano diretor municipal: o planejamento urbano e a lei em Vila Velha/ES - 1948/2008por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/10074-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.subjectpacto socioambientalpor
dc.subjectimagináriopor
dc.subjectplanejamentopor
dc.subjectdireito urbpor
dc.titleO imaginário da cidade no pacto socioambiental de um plano diretor municipal: o planejamento urbano e a lei em Vila Velha/ES - 1948/2008por
dc.typeDissertaçãoen
dc.contributor.memberMENDONCA, E. M. S.
dc.contributor.memberFERNANDES JUNIOR, E.
dc.description.resumoA pesquisa aponta a construção de um pacto socioambiental como condição necessária à convivência humana em sociedade urbana, fundamentando-se nas ciências políticas e seus principais pensadores. Ainda, na instituição de um imaginário da cidade, através da identificação dos elementos do patrimônio histórico, artístico, paisagístico, arquitetônico e cultural como tradução de um sentimento de pertencimento à comunidade e como representação de um mapa socioespacial. Estes referenciais são definidos enquanto elementos espaciais informacionais legitimados e preservados em um pacto socioambiental como normas urbanísticas e ambientais. A formulação das leis que regulam o parcelamento, uso e ocupação do solo urbano é um processo de planejamento urbano, entre as diversas forças econômicas, sociais e políticas, para um projeto de cidade e seu imaginário. E a sistematização destas leis no município de Vila Velha / ES possibilita comparativos históricos entre as transformações do território e os diversos pactos socioambientais formulados e que permitiram um aproveitamento das potencialidades especulativas do solo urbano, bem como, por outro lado, preservaram os elementos paisagísticos e históricos representativo de sua identidade cultural. O parcelamento e a ocupação do território de Vila Veha foram induzidos pelas políticas econômicas, nacional e estadual, em um contexto de desenvolvimento que estruturou a região metropolitana da Grande Vitória. As melhorias, intervenções urbanísticas e leis, ao longo do tempo, condicionaram o planejamento urbano aos interesses do capital imobiliário, no entanto, os elementos espaciais históricos e ambientais sempre catalisaram uma discussão sobre a preservação da identidade cultural da cidade. E a evolução da legislação demonstra uma preocupação em identificar aqueles elementos que são essenciais para o imaginário da comunidade. Na discussão do novo plano diretor municipal, em 2006/2008, essa questão norteou boa parte do processo de repactuação socioambiental. O planejamento urbano como lei em Vila Velha é um instrumento que retoma sua importância no processo político para legitimar um imaginário da cidade com a preservação do seu patrimônio histórico e ambiental, conforme demonstra a legislação de Vila Velha, de 1948 a 2008. Palavras-chave: pacto socioambiental, imaginário, planejamento urbanopor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismopor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Arquitetura e Urbanismopor
Appears in Collections:PPGAU - Dissertações de mestrado

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